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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

EMEI NELSON MANDELA - Projeto de Lei n.º 412|2015 proposto por Vereador Antonio Donato


Ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara Municipal
Vereador Antonio Donato Madormo
O Conselho de Escola e Associação de Pais e Mestres da EMEI Guia Lopes esta em festa diante do seu reconhecimento ao Projeto Político Pedagógico que data de 2011 quando, preocupado com a qualidade social da educação pública, nos honrou com a Salva de Prata pelos relevantes serviços prestados à sociedade.
Hoje, dia 19 de agosto de 2015, apresenta um Projeto de Lei que altera o nome de nossa escola para EMEI Nelson Mandela, por compreender que o legado deste líder mundial será uma fonte de inspiração às futuras gerações e um passo significativo para a consolidação da Lei 10.639|03.
Caríssimo Vereador Antonio Donato, ficamos honrados em ter o seu apoio e sua parceria.
Sabemos dos trâmites necessários para a aprovação da lei, mas nos sentimos vitoriosos pelo fato de contarmos com o comprometimento de uma figura pública como você, incansável em atender às demandas da população da Cidade de São Paulo.
Conte conosco para o que precisar e, ao fim do processo, vamos comemorar em nossa escola mais esta grande conquista.
Equipe da EMEI Guia Lopes


terça-feira, 18 de agosto de 2015

2015 - 60 anos da EMEI Guia Lopes e da Carta da Liberdade escrita por Nelson Mandela


O trabalho com a Lei 10.639|03 na educação infantil exige que não se perca de vista a fantasia, o encantamento, enfim a ludicidade no tratamento de qualquer questão que se queira discutir. Nesses últimos cinco anos, construímos algumas licenças poéticas e históricas para colorir ainda mais a criatividade infantil. Embarcamos na ideia das crianças de que Nelson Mandela é realmente avô do nosso Príncipe Africano Azizi Abayomi e demos asas a nossa imaginação.
Você pode não acreditar, mas há detalhes dessa história que só nós conhecemos!
Vovô Madiba escreveu uma carta e pediu a sua filha, mamãe de Azizi, que a entregasse ao neto após 60 anos. Na dedicatória, escreveu: "Meu querido neto, deixo esta carta desejando que você viva em mundo melhor!"
Esta carta ficou conhecida como a CARTA DA LIBERDADE!

" A Carta da Liberdade foi um documento fundamental da causa antiapartheid, na África do Sul, tendo sido aprovada pelo Congresso Nacional Africano, com a participação de Nelson Mandela. O texto, de divulgação proibida durante a vigência do "durento", período do apartheid, foi elaborado em meados da década de 1950 e aprovado pelo Congresso do Povo, reunido em Kliptown, em 26 de junho de 1955"

" NÓS, O POVO DA ÁFRICA DO SUL, DECLARAMOS A TODO O NOSSO PAÍS E O MUNDO, A SABER:
- Que a África do Sul pertence a todos os que nela vivem, negros e brancos, e que nenhum governo pode afirmar autoridade a menos que se baseie na vontade de todos os povos;
- Que nosso povo tem sido roubado, de sua terra de nascença, da liberdade e da paz, por uma forma de governo fundada na injustiça e na desigualdade;
- Que o nosso país nunca será próspero e livre até que todo o nosso povo possa viver em fraternidade e goze de direitos e oportunidades iguais;
- Que somente um estado democrático, baseado na vontade de todos os povos, pode garantir a todos o seu direito de primogenitura, sem distinção de cor, raça, sexo ou crença;
- E, portanto, nós, o povo da África do Sul, negros, brancos, juntos, iguais, compatriotas e irmãos deve adotar esta Carta da Liberdade;
- E nós nos comprometemos a lutar em conjunto, não poupando nem a força nem coragem, até que as mudanças democráticas aqui estabelecidas forem ganhas.
O POVO GOVERNARÁ
- Cada homem e cada mulher tem o direito de voto e de elegibilidade de todos os órgãos que fazem as leis;
- Todas as pessoas têm o direito de tomar parte na administração do país;
- Os direitos do povo serão os mesmos, independentemente de raça, cor ou sexo;
- Todos os órgãos de governo minoritário, conselhos consultivos, conselhos e entidades devem ser substituídos por órgãos democráticos de autogoverno.
TODOS OS GRUPOS NACIONAIS TÊM IGUALDADE DE DIREITOS
- Haverá estatuto de igualdade nos órgãos do Estado, nos tribunais e nas escolas de todos os grupos nacionais e raças;
- Todos os povos têm igual direito de utilizar suas próprias línguas, e desenvolver a sua própria cultura popular e costumes;
- Todos os grupos nacionais devem ser protegidos por lei contra os insultos à sua raça e orgulho nacional;
- A pregação e a prática da corrida nacional, ou a discriminação de cor e desprezo deve ser um crime punível;
- Todas as leis do apartheid e práticas devem ser anuladas.
O POVO DEVE COMPARTILHAR DA RIQUEZA DO PAÍS
- A riqueza nacional do nosso país e a herança dos sul-africanos devem ser restauradas para o povo;
- A riqueza mineral sob o solo, os bancos e o monopólio da indústria devem ser transferidos para a propriedade do povo como um todo;
- Toda a indústria e comércio deverão ser controlados para ajudar o bem-estar do povo;
- Todas as pessoas devem ter direitos iguais ao comércio, à fabricação e acesso a todas as profissões.
A TERRA DEVE SER COMPARTILHADA COM AQUELES QUE TRABALHAM NELA
- Restrições da propriedade da terra em uma base racial devem ser eliminadas e toda a terra deve ser dividida entre aqueles que trabalham para banir a fome;
- O Estado deve ajudar os camponeses com implementos, sementes, tratores e represas para salvar o solo e ajudar os perfilhos;
- Liberdade de circulação deve ser garantida a todos os que trabalham na terra;
- Todos têm o direito a ocupar a terra onde venham a escolher;
- As pessoas não devem ser privadas de seu gado e os trabalhos forçados e prisões agrícolas devem ser abolidas.
TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI
- Ninguém pode ser preso, deportado ou restrito, sem um julgamento justo;
- Ninguém pode ser condenado por ordem de um funcionário do Governo;
- Os tribunais devem ser representativos de todo o povo;
- Prisão deve ser apenas para crimes graves contra as pessoas e deve visar à reeducação, não a vingança;
- A polícia e o exército deverão ser abertos a todos em igualdade de condições e devem ser os ajudantes e protetores do povo;
- Todas as leis que discriminam por motivos de raça, cor ou crença devem ser revogadas.
TODOS GOZAM DE IGUALDADE DE DIREITOS HUMANOS
- A lei garante a todos o seu direito de falar, de organizar, se reunir, a publicar, para pregar, para adorar e para educar os seus filhos;
- A privacidade da casa das batidas policiais é protegida por lei;
- Todos devem ter a liberdade de viajar, sem restrição, do campo para a cidade e de província para província, e da África do Sul no exterior;
- As leis de passe, licenças e todas as outras leis restringindo as liberdades devem ser abolidas.
HAVERÁ TRABALHO E SEGURANÇA
- Todos os que trabalham devem ter a liberdade de formar sindicatos, para eleger os seus oficiais e de fazer acordos salariais com os empregadores;
- O Estado reconhece o direito e o dever de todos para o trabalho e deve elaborar prestações de desemprego total;
- Homens e mulheres de todas as raças devem receber salário igual para trabalho igual;
- Haverá quarenta horas semanais de trabalho, um salário mínimo, férias anuais remuneradas, licença por doença para todos os trabalhadores, e licença de maternidade com remuneração total para todas as mães que trabalham;
 - Os mineiros, trabalhadores domésticos, trabalhadores rurais e funcionários públicos devem ter os mesmos direitos que todos os outros que trabalham;
- O trabalho infantil e contrato de trabalho devem ser abolidos.
AS PORTAS PARA A CULTURA E O APRENDIZADO DEVEM SER ABERTAS
- O governo deve descobrir, desenvolver e incentivar o talento nacional para o reforço da nossa vida cultural;
- Todos os tesouros culturais da humanidade serão abertos a todos, por livre troca de livros, ideias e contato com outras terras;
- O objetivo da educação é ensinar os jovens a amar seu povo e sua cultura, de honrar a fraternidade humana, a liberdade e a paz;
- A educação deve ser gratuita, obrigatória, universal e igual para todas as crianças, ensino superior e formação técnica, serão abertos a todos por meio de subsídios estatais e bolsas concedidas com base no mérito;
- O Analfabetismo adulto deve ser eliminado por um plano de ensino de massa pelo Estado;
- Os professores devem ter todos os direitos de outros cidadãos;
- A distinção de cores na vida cultural, no desporto e na educação deve ser abolida.
HAVERÁ CASAS, SEGURANÇA E CONFORTO
- Todas as pessoas devem ter o direito de viver onde escolher, dispor de moradia digna, para garantir a  sua família o conforto e segurança;
- Espaço de habitação não utilizada deve ser colocado à disposição do povo;
- Taxas e preços devem ser reduzidos e a comida deverá ser abundante para que  ninguém passe fome;
- Um sistema de saúde preventiva deve ser executado pelo Estado;
- Assistência médica gratuita e de hospitalização deve ser fornecida para todos, com atenção especial para as mães e crianças jovens;
- Favelas devem ser demolidas, e os subúrbios reconstruídos nos locais onde todos tenham transporte, estradas, iluminação, campos de jogos, creches e centros sociais;
- Os idosos, os órfãos, os deficientes e os doentes devem ser tratados pelo Estado;
 - Descanso, lazer e recreação são direitos de todos;
- Guetos e locais cercados serão eliminados, e as leis que quebram as famílias devem ser revogadas.
HAVERÁ PAZ E AMIZADE
- A África do Sul será um Estado totalmente independente, que respeita os direitos e a soberania de todas as nações;
- A África do Sul deve se esforçar para manter a paz no mundo e à resolução de todos os conflitos internacionais pela via da negociação - a guerra não;
- Paz e amizade entre todos os nossos povos serão garantidos por defender a igualdade de direitos, oportunidades e qualidade a todos;
- O povo dos protetorados Basutoland, Bechuanaland e Suazilândia estará livre para decidir por si seu próprio futuro;
- O direito de todos os povos da África para a independência e autogoverno deve ser reconhecido e será a base de uma cooperação estreita.
Deixe todas as pessoas que amam o seu povo e o seu país agora dizer, como dizemos aqui: POR ESTAS LIBERDADES NÓS LUTAREMOS, LADO A LADO, AO LONGO DE NOSSAS VIDAS, ATÉ QUE GANHEMOS NOSSA LIBERDADE. "



domingo, 16 de agosto de 2015

Abaixo-Assinado por uma infância sem racismo, preconceito e discriminação.

A EMEI Guia Lopes, em parceria com a equipe da change.org, continua a mobilizar a sociedade para nos apoiar na alteração do nome da escola para EMEI Nelson R. Mandela - Madiba. Demos início a campanha "Permitam que nossa escola se chame Nelson Mandela" no dia 12 de agosto e ultrapassamos 9 mil assinaturas.
Participe você também deste movimento!





sábado, 15 de agosto de 2015

Ruas de Memória - Prefeitura Municipal de São Paulo

Presidente da Câmara de São Paulo - Antônio Donato
Ontem, dia 13 de agosto de 2015, a EMEI Guia Lopes participou do lançamento do Programa Ruas de Memória. Iniciativa coordenada pela Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania tem como objetivo retirar nomes de violadores de direitos humanos de ruas na capital paulista.
Aproveitamos o tema para entregar ao Sr. Prefeito Fernando Haddad, Sr. Secretário de Direitos Humanos e Cidadania Eduardo Suplicy, à Sra. Tereza Lajolo Presidente da Comissão da Verdade a nossa proposta de alteração do nome da escola para EMEI Nelson Mandela, anexando o abaixo-assinado que em menos de três dias conseguiu reunir mais de nove mil assinaturas (change.org).
 
Cibele Araújo Racy Maria - Diretora da atual EMEI Guia Lopes, Prefeito Fernando Haddad e Diretora Regional de Educação Freguesia\Brasilândia Eliana Pereira.

Deise Regina Ferreira, professora Orientadora de Informática, Tereza Lajolo - Presidente da Comissão da Verdade, ao centro Secretário de Direitos Humanos e Cidadania Sr. Eduardo Suplicy, Cibele Racy e Diretora Regional de Educação Eliana Pereira.

Secretário Adjunto de Direitos Humanos e Cidadania Rogério Sottili, Cibele Racy, Eliana Pereira e Deise Ferreira.
 
Conheça a nossa proposta de alteração do nome de EMEI Guia Lopes para EMEI Nelson Mandela

domingo, 9 de agosto de 2015

Currículo Oculto e a Formação Docente

A defasagem entre a formação inicial e as práticas docentes exigidas pelos projetos políticos pedagógicos das escolas alimenta o debate sobre a qualidade do ensino e incita uma corrida em busca de compensações durante o exercício da docência desses profissionais.
A necessidade de monitorar os estabelecimentos de ensino responsáveis por esta formação faz parte das preocupações do Ministério da Educação e esta expressa no Plano Nacional da Educação  (2014|2024).
De imediato, apresenta-se como proposta de solução a formação continuada oferecida pelas Secretarias de Educação e pela equipe gestora das escolas nos horários coletivos de estudo. É comum, no entanto, os formadores em seus diversos níveis de atuação, replicarem o modelo que criticam, inundando os professores com mais postulados teóricos ou contextos históricos que, a princípio foram exaustivamente vistos e cobrados pelas universidades. Fecha-se, assim, um ciclo ininterrupto de formação que poderia ser caracterizado como “um pouco mais do mesmo” e que não contribui para real necessidade dos docentes.
A escola transformou-se em terreno fértil para que o currículo oculto ocupe mais destaque do que a proposta pedagógica consolidada pela comunidade escolar, uma vez que as intenções pedagógicas são efetivadas no momento em que o professor compartilha sua proposta de trabalho com as crianças e adolescentes e o acompanhamento deste momento só é possível ser feito de forma esporádica pelos formadores.
Podemos pensar que para minimizar os efeitos da pouca intimidade com conhecimentos técnicos que embasam a prática em sala de aula, a ação formadora deva adquirir um caráter preventivo feito através da intervenção no momento em que o planejamento é concebido. Posso afirmar que esta intervenção é devastadora e gera um clima de insatisfação e baixa autoestima o que não nos leva a lugar nenhum, senão a estagnação e a intensificação das dúvidas e inseguranças docentes.
Desde então, compreendo que a formação eficaz é aquela baseada na prática do que fazemos e não nas intenções do que pretendemos fazer, naquilo que já foi realizado e a avaliação do que já foi vivido. Este procedimento pode parecer assustador para alguns, mas o resultado é a conscientização da equipe docente sobre a necessidade de desconstruir uma prática cristalizada nos meios educacionais há, no mínimo, três décadas.
É fácil identificar a inversão de prioridade quando os professores planejam primeiramente a atividade que será apresentada aos alunos para, depois, saírem em busca de um objetivo que justifique sua criatividade. Aqui reside à profusão de consequências inesperadas, quando o que se ensina e o que se aprende não reflete o que esta explícito na proposta pedagógica e pode, muitas vezes, contrapô-la. Este fenômeno comumente denominado como currículo oculto é previsível, mas a percepção de seus riscos não é tarefa fácil para os professores iniciantes.  Uma prática que despreza a avaliação diagnóstica das reais necessidades dos alunos, que compreende a definição de um objetivo como uma exigência essencialmente burocrática produz equívocos e são eles a matéria prima para a formação de minha equipe.
Na última semana, os professores confeccionaram um quebra-cabeça com as embalagens de produtos do nosso “mercadinho”. Os comentários entusiasmados após a realização da atividade davam conta de que mesmo as crianças que não conseguiam executá-la em situações anteriores, o fizeram em menos de meio minuto. Por que será? Qual o mistério desta competência repentina? A resposta esta no fato de que nossas crianças estão expostas a propagandas ininterruptas de chocolates, leites fermentados, iogurte e toda sorte de produtos alimentícios. Muito bem, nada disso seria grave não fosse o fato do nosso projeto ter como objetivo principal o combate ao consumismo infantil e, consequentemente a construção de hábitos saudáveis de alimentação. A constatação de que a atividade proposta reforçou uma realidade que queremos transformar, causou um impacto positivo em nossos professores que, conscientes da importância de rever a forma de pensar o planejamento, sentiram-se desafiadas a reverter um desvio de percurso que ainda não era óbvio para a maioria, mas que vai compor o repertório profissional a partir de então.
A ação formativa eficaz para evitar que o currículo oculto suplante os ideais de uma educação pública de qualidade e a qualidade social dos projetos pedagógicos das unidades é através de uma formação continuada que forneça subsídios concretos para a prática pedagógica sem que as intervenções desestimulem o protagonismo e a capacidade criativa dos professores.
Por fim, se um dos problemas que compromete a qualidade do processo de ensino e aprendizagem tem origem na inversão didática dos processos relativos ao planejamento, em especial no que diz respeito ao “para quê e como”, a formação continuada deve percorrer o mesmo caminho. Prevenir, em alguns casos, não é a melhor solução, pois pode camuflar as reais necessidades dos professores.

Em Cartas para Cristina, Paulo Freire afirma que: “o que se espera de quem ensina, falando ou escrevendo, em última análise, testemunhando, é que não se perca na distância enorme entre o que se faz e o que se diz.(..) Os “olhos” com que “revejo” já não são os mesmos “olhos” com que “vi”. Ninguém fala do que passou a não ser na e da perspectiva do que pensa.”
Cibele Araujo Racy Maria - São Paulo 09/08|2015.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

A lei 10.639|03 e a alfabetização na Educação Infantil - Artigo


Que tal falarmos sobre alfabetização na educação infantil sem ranços? Há justificativas que precisam ser revisitadas diante de um contexto histórico que privilegia apenas os privilegiados. Não defendo aqui os processos pouco didáticos a que todos fomos submetidos, mas já evoluímos em relação às concepções envolvidas nesse processo de construção do conhecimento e as discussões precisam ser renovadas, também!.
Letramento, alfabetização...fica o convite para abrirmos uma longa conversa....
Revista DOT-P Freguesia/Brasilândia​.
Cibele Racy​


domingo, 2 de agosto de 2015

Prefeitura no Bairro - Uma grande opotunidade para lembrar e celebrar Nelson Mandela

Hoje, dia 01 de agosto de 2015, a EMEI Guia Lopes participou com suas crianças do evento "Prefeitura no Bairro" que, conduzidas pelas Professoras Cassia Sant'Anna e Deise Ferreira e sob os cuidados e entusiasmo dos Educadores Tatiane e Wanderley, apresentaram o hino da escola "Ninguém é igual a ninguém" para o público e autoridades presentes.


Em seguida, entregamos a proposta de alteração do nome da escola para EMEI Nelson R. Mandela - Madiba ao Sr. Prefeito Fernando Haddad e Sr. Secretário de Educação Gabriel Chalita que acolheram com entusiasmo a nossa solicitação.
Há cinco anos, quando incluímos em nosso currículo a Lei n.º 10.639|03, recebemos como resposta a pichação de uma frase racista em nossos muros, rodeada de suásticas: "Vamos cuidar do futuro das nossas crianças brancas". Desde então, temos nos preparado para promover uma ação, que além de afirmativa, fosse capaz de dar um resposta definitiva a qualquer manifestação de racismo, preconceito e intolerância tão latentes em nosso país.
 

 
 
Uma iniciativa pioneira do Prefeito Fernando Haddad organizada pela nossa Vice Prefeita Nádia Campeão e seus assessores, entre eles: André Cintra, Jorge Sararuca e Regiane Ferreira , nos possibilitou conversar com representantes de diversas Secretarias Municipais, gerando expectativas de novas parcerias. Assim foi a conversa com o Secretário Mauricio Pestana, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial.
 
Dando continuidade ao movimento que pretende diminuir o belicismo que predomina quando da denominação de próprios públicos, incentivado por esta Administração, acreditamos que nossa escola mereça ter um patrono que personifique a missão e os valores do seu Projeto Político Pedagógico.
Lançamos a campanha #apoioEmeiNelsonMandela e #NelsonMandela para possibilitar a adesão e apoio de todos aqueles que acreditam, como o líder mundial, que "a educação é arma mais poderosa para mudar o mundo"
Vem com a gente e divulgue esta ideia!