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domingo, 22 de fevereiro de 2015

PROJETOS E ATIVIDADES PERMANENTES - 2015



ATIVIDADES PERMANENTESCaixa de texto: 21

Fazem parte das ações coletivas da escola, os ambientes com a periodicidade obrigatória especificada a seguir:  
               
            - Brinquedoteca; (semanal)
                - Espaço de Artes; (semanal)
                - Ludoteca; (semanal)
                - Informática Educativa; (semanal)
                - Figuras de Afeto (diário)

Fazem parte dos projetos permanentes da escola, os ambientes com a periodicidade que segue:
                - Cozinha Experimental ( bimestral)
                - Restaurante (diário)
                - Projeto de Leitura ( Semanal)
                - Projeto Horta ( Diário)
                - Projeto Mercado ( Semanal)

                Todos estes ambientes nasceram da necessidade apontada por todos os profissionais que nos ajudaram ou ajudam a construir a metodologia e as estratégias de trabalho da EMEI GUIA LOPES. A permanência das crianças por seis horas foi determinante para a criação de uma rotina diversificada e estimulante, tornando o espaço escolar uma rica experiência para todos os envolvidos. Sem dúvida, abandonar a rotina que previa a sala de aula e parque como únicas atividades possíveis no âmbito escolar não tem sido tarefa fácil. Desprender-se da segurança que quatro paredes possibilita e desenvolver um trabalho igualmente ou mais eficiente ao ar livre é algo que precisamos conquistar. Romper com a imobilidade imposta pelas “salas de aula” é aprender, na prática, a conviver com a infância e sua inquietude. Este é nosso grande desafio!
Para garantir que todos os territórios de aprendizagem e campos de experiências tivessem unidade em seus propósitos as FIGURAS DE AFETO, compondo o cenário da EMEI Guia Lopes.

PROJETOS PERMANENTES

I – DENOMINAÇÃO:       CORES E SABORES
                                          ESPAÇO: COZINHA EXPERIMENTAL
II – JUSTIFICATIVA: O projeto permanente “A Horta e Os Espantalhos” trouxe consigo atividades de criação e execução de receitas e degustação dos alimentos produzidos pelos próprios alunos.
As atividades de culinária tornaram-se parte da rotina dos grupos, o que era dificultado pela ausência de um espaço específico para este fim, no qual as crianças pudessem criar, produzir e experimentar, aprendendo através da arte culinária.
Diante desta dinâmica o grupo apontou como solução a criação de um novo espaço acessível e apropriado para que as crianças pudessem desenvolver-se nesta área com liberdade, sendo-lhes garantida a efetiva participação em todas as etapas, desde o planejamento até a organização final dos processos culinários. As atividades experimentais devem ser constantes, pois elas propiciam a possibilidade de investigação do real, dão margem à discussão e à interpretação dos resultados obtidos, levando a conclusões.
Durante os últimos anos, a cozinha extrapolou sua utilização para além dos produtos da horta, sendo utilizada como recurso dinâmico e eficiente para explorar novas formas para construção de conhecimento em todos os campos de experiência.
III – PERÍODO DE REALIZAÇÃO:
Durante todo o ano letivo com periodicidade mensal.
IV - OBJETIVO GERAL:
Proporcionar a melhoria da qualidade de vida das crianças e da comunidade através da resignificação da alimentação como possibilidade de criação e preservação da saúde e das refeições como momentos de socialização e prazer.
V - OBJETIVOS ESPECÍFICOS
-          Incentivar a criatividade na elaboração de receitas e na apresentação dos pratos;
-          Estimular o trabalho coletivo;
-          Possibilitar o conhecimento da cultura alimentar dos diferentes povos e regiões;
-          Utilizar o espaço para viabilizar a observação, análise, criação de hipóteses, experimentos de sensações e descobertas;
-          Estimular e dar credibilidade à ousadia das ideias infantis
-          Confirmar hipóteses e criar soluções
-          Vivenciar situações concretas envolvendo conceitos matemáticos,
-          Estimular situações de escrita espontânea e  formas convencionais de registro
VI-RESULTADOS ESPERADOS
 Que as crianças sintam-se á vontade para realizar experiências culinárias de criação, entendendo os processos culinários como componentes da cultura de um povo através da alquimia perfeita entre sabores, essências e cores.
VIII – DETALHAMENTO DE FASES E ETAPAS
1)      Sensibilização – No início de cada ano as crianças são envolvidas num ritual de inauguração do espaço da cozinha experimental que geralmente envolve um personagem criado pela equipe de professores. Neste dia, assistem o passo a passo de uma receita (leitura da receita, separação dos ingredientes e equipamentos, execução, decoração do prato e degustação).
2)      Ampliação de Repertório – Após a escolha da receita alguns passos são fundamentais para que as atividades atinjam seus objetivos, a saber:
-          Hábitos e costumes de diferentes povos e/ou regiões brasileiras; (história e geografia).
-          Origem das receitas e/ou de seu ingrediente principal; (história e Geografia).
-          A temperatura dos alimentos (o fogo)
-          Reconhecer a evolução da arte culinária através do tempo e das tecnologias envolvidas durante o processo; (eletrodomésticos: fogão/fogo; etc).
-          Superar o preconceito de alimentos naturais: verduras, legumes entre outros; (Ciências Naturais).
-          Noções de números, quantidade e medidas; (Matemática).
-          Escrita espontânea e convencional das receitas; (Português).
-          Alimentação saudável; (Ciências Naturais e Sociais).
-          Noções de tempo (matemática)
-          Modelar e decorar os pratos (Artes)
-          A Alquimia dos ingredientes (reações químicas)
-          Cuidados necessários com a higiene e segurança no preparo dos alimentos;
-          Ampliação de vocabulário;
-          Mudança do estado físico da matéria (líquido, sólido e gasoso).
-          Leitura de rótulos e receitas;
-          Reciclagem de embalagens e o lixo orgânico;
-          Valorização do trabalho em grupo
3)      Envolvimento da Família
-          Pesquisas sobre hábitos alimentares;
-          Participação nos momentos de culinária;
-          Envio das receitas criadas ou realizadas pelo grupo/classe através da agenda;
-          Contribuições solicitadas através da agenda;
IX – CRONOGRAMA DE ATIVIDADES
Para atingirmos os resultados esperados, pensamos em algumas etapas indispensáveis para garantir a participação de todos durante as aulas de culinária.
1º Passo: Discussão sobre a importância do trabalho de equipe para o sucesso da atividade.
2º Passo: Determinar o dia em que a receita será executada e/ou quantos dias serão necessários para sua realização, propor o levantamento dos ingredientes necessários que podem ser aqueles descritos na receita ou aqueles desejados pelas crianças, escrita do bilhete, pela criança, solicitando a colaboração da família (quando necessário).
2º Passo: Levantamento das equipes de trabalho e suas funções de acordo com o modo de preparo estipulado para cada receita e/ou respeitando a descrição do modo de fazer criada pelas crianças.
-          Equipe da Limpeza (lavar, enxugar, secar e guardar os utensílios).
-          Equipe da Preparação (dia anterior à execução da receita)
-          Equipe de Cozinheiros (no dia da execução)
-          Equipe de Decoradores (definir de que forma o resultado será apresentado para degustação)
-                     Equipe de Organizadores (preparação do ambiente e dos utensílios)
3º Passo - Criação de um cartaz permanente na sala de registro com as equipes e os nomes dos alunos que farão parte de cada uma delas, garantindo o rodízio das funções para todas as crianças.
4º Passo – Varal de textos permanente na Sala de Registro – anexar a receita junto a outros portadores
IX – Avaliação
O trabalho com projetos prevê a elaboração de alguns instrumentos que subsidiam a avaliação contínua do trabalho do professor e da evolução de nossas crianças.
- Avaliação diária das atividades propostas através do planejamento semanal e acompanhamento da execução.
- Acompanhamento, análise e intervenções na construção do portfólio individual do aluno;
- Análise e acompanhamento do portfólio virtual do grupo/classe na web;
- Produções coletivas expostas nos murais e paredes da escola;
- Elaboração e Intervenções nos relatórios individuais dos alunos.
- Elaboração e intervenções nas teias de conhecimento e no Diário de Projeto.

PROJETO RESTAURANTE

I – Denominação: “SÓ PARA CRIANÇAS”
     Espaço: RESTAURANTE
II –Objetivo Geral –Promover a aquisição de hábitos alimentares saudáveis, construindo saberes relacionados  aos princípios da sustentabilidade e o combate ao consumismo.
III – Objetivos Específicos
-          Aumentar a aceitação de alimentos diferenciados;
-          Reduzir o desperdício de alimentos;
-          Construir uma consciência corporal que lhe permita conferir importância aos momentos das refeições
-          Introduzir a classificação dos resíduos produzidos, tendo como base os símbolos da coleta seletiva do lixo
-          Participar dos processos de higienização do ambiente tendo o adulto como referência
-          Propriedades e características dos alimentos (cardápio escolar) e sua relação com a saúde integral do homem;
-          Identificar a poluição sonora e seus efeitos sobre nosso bem estar
-          Conquistar autonomia para alimentar-se com garfos e facas

V - Detalhamento | Fases
Fase I – Fevereiro ( 1ª semana do período de adaptação)
Atividades:
- vivenciar os momentos das refeições sem que haja nenhum tipo de norma de convivência definida;
- Problematizar as experiências vividas em rodas de conversa com o registro das falas infantis.
- gravar os momentos das refeições para discutir com as crianças sobre propostas de solução aos problemas detectados (entrada no galpão, organização para pegar os pratos, mesas, sujeira das mesas, sujeira no chão, barulho, descarte dos resíduos, entre outros)
Fase II – Fevereiro (2ª semana)
Atividades
- Realização da 1ª Assembleia Infantil para discussão dos problemas levantados e apresentação das propostas de solução às situações registradas durante a primeira semana de fevereiro. Neste momento devemos perguntar se o galpão se parece com um restaurante e o que seria preciso para transformá-lo em um ambiente acolhedor e bonito.
Fase III – Março (1ª semana)
- Implementação dos combinados do restaurante
- Inauguração do restaurante
Fase IV – Março a Dezembro
- Cumprimento e observação dos combinados
- Registro e avaliação dos avanços da criança para a construção dos relatórios individuais, levando-se em considerações alguns aspectos: aceitação ou recusa de alimentos, aspectos sobre sua autonomia ao comer, conhecimento e autonomia sobre onde descartar os diferentes resíduos, controle corporal durante a refeição, controle do volume de voz durante as refeições, observância dos combinados do restaurante, autonomia e eficiência nos momentos de limpeza do chão e mesas, organização e limpeza dos utensílios, repetição do cardápio oferecido, progressos quanto a utilização de garfos e facas, formação de grupos diferentes para os momentos de refeição, entre outros.


PROJETO DE LEITURA
I – Denominação do Projeto – Lá vem história...
Espaços: Sala de Leitura, área verde, sala de registro entre outros.
II – Justificativa: Durante os seis últimos anos, ao elaborar os relatórios individuais de nossos alunos, criamos um campo para sugerir aos pais algumas ações que poderiam auxiliar seus filhos no processo de evolução nas hipóteses da escrita e, consequentemente, na leitura de mundo e sua diversidade. Constatamos que precisávamos aproximar nossa prática da teoria que defendíamos. Ora, se indicávamos à família alguns procedimentos que tínhamos como certos, era preciso incorporá-los a nossa rotina escolar por uma questão de coerência. Neste sentido, definimos ser necessário o investimento na formação docente que pudesse subsidiar a criação de um projeto específico para nossa Sala de Leitura. Contando com o profissionalismo de grande parte dos professores, contratamos duas formadoras para as horas de trabalho coletivo que, através de oficinas durante o ano, nos aproximaram do mundo mágico da contação de história com Edi Fonseca e a necessidade de transformarmo-nos em leitores antes de iniciarmos um trabalho efetivo com nossos alunos, com a formadora Heloisa Ramos. Após alguns encontros, fizemos nossa inscrição junto à Divisão de Orientação Técnica da Diretoria Regional de Educação Freguesia/Brasilândia para  participarmos do Projeto Entorno de incentivo à leitura. Toda esta dedicação veio de encontro aos nossos objetivos e resultou na criação de um projeto permanente para nossa  escola.
III – Período de Realização: Durante todo o ano letivo
IV –Objetivo Geral – Tendo em vista o Quadro de Referência desta Unidade Educacional que prevê o incentivo ao gosto pela leitura e escrita, pretendemos aproximar a criança do universo letrado através de sua participação em práticas sociais de contação e leitura de histórias, bem como de variadas forma de registro.
V – Objetivos Específicos
-          Ampliar o repertório literário;
-          Adquirir comportamentos leitores;
-          Interagir com o livro de maneira prazerosa, reconhecendo-o como fonte de múltiplas informações e entretenimento,
-          compartilhar interpretações;
-          dinamizar o processo de autonomia em relação as escolhas e preferências literárias;
-          ter prazer em escutar a leitura em voz alta;
-          socializar seus conhecimentos com diferentes parceiros dentro e fora da escola;
-          apreciar e interpretar ilustrações e imagens.
VI – Detalhamento das Fases/Etapas
A)Sensibilização  – Reinauguração anual da Sala de Leitura – Preparação de um evento, durante o período de adaptação, que desperte o interesse da criança pelo espaço e que, através dele, entre em contato com os combinados que deverão ser observados durante todas as visitas futuras.
B)Ampliação de Repertório/Resgate
a.       Releitura dos resumos constantes nesta apostila em que são descritas as etapas de cada dinâmica
b.      Reorganizar o acervo de livros de literatura infantil da Biblioteca do Professor (sala dos professores) observando sua classificação inicial: Contos de Fada, Fábulas, Aventuras, Personificação de elementos da Natureza, Personificação de objetos, Fatos do cotidiano, Fatos históricos, Histórias sem texto;
c.       Reorganizar a Sala de Leitura preparando-a para as sessões do “ Tapete literário” e “Dia da Pesquisa”
a)      Sessões de Leitura Compartilhada e seus rituais
b)      Sessões Simultâneas e Procedimentos em relação à leitura de histórias – (antes, durante e depois)
c)       Contação de Histórias;
d)      Ambiente Alfabetizador
e)      “Tapete Encantado” – exploração do gêneros literários/autores/ilustradores/tipos de ilustração/Tipos de escrita e formatação do texto
f)       O Dono da História –
g)    h) Procedimentos para o Dia da Pesquisa
c)Envolvimento da Família
-          através de alguns eventos promovidos pela escola como: Dia da Família e Reuniões de Pais e Mestres em que esteja garantida pelo menos uma atividade prática de leitura ou escrita.
-          empréstimo de livros nos finais de semana ( uma criança, em sistema de rodízio, leva o livro em uma sacola contendo: uma carta explicativa aos pais sobre os procedimentos e regras que envolvem o empréstimo,; um livro escolhido pela criança e um bloco de notas/caderno no qual a criança e família devem registrar o que acharam da experiência/ história.
-          Convite aos pais para serem os “Donos da História” em dia de aula;
d)Produto/Resultado – Espera-se que as crianças adquiram comportamentos leitores e demonstrem interesse e curiosidade pela palavra escrita e falada, reconhecendo a leitura como fonte de prazer e entretenimento, bem como ampliem seu repertório literário e expressem suas preferências.
Considerando a característica do grupo de professores do intermediário em 2012 que, em sua maioria, são optantes pela JBD, as dinâmicas foram dividas por sua complexidade e turnos de trabalho.
VIII – Cronograma de Atividades/Experiências: a ser elaborado durante o ano letivo
IX – Avaliação
O trabalho com projetos prevê a elaboração de alguns instrumentos que subsidiam a avaliação contínua do trabalho do professor e da evolução de nossas crianças.
- Avaliação diária das atividades propostas através do planejamento semanal;
- Acompanhamento, análise e intervenções na construção do portfólio individual do aluno;
- Análise e acompanhamento do portfólio virtual do grupo/classe na web;
- Produções coletivas expostas nos murais e paredes da escola;
- Elaboração e Intervenções nos relatórios individuais dos alunos.

ENTRANDO EM CONTATO COM AS DINÂMICAS

Antes de iniciarmos o projeto SENTA QUE LÁ VEM HISTÓRIA , é importante que todas conheçam a terminologia usada pelos criadores do projeto e outras criadas por nossa Unidade Educacional no que diz respeito às dinâmicas que serão aplicadas

I - Leitura Compartilhada – todos os envolvidos (crianças e professores) com o mesmo livro de história.
II - Sessões Simultâneas – dia de leitura, nos diversos espaços escolares, envolvendo todos da escola ao mesmo tempo.
III - Tapete Encantado – dinâmica preparada pelo professor tendo um único critério para os livros expostos e que serão manuseados pelas crianças ( só poesia, só livros sem texto, um único autor, um único ilustrador, uma única editora, etc.)
IV - Dono da História –
V - Ambiente Alfabetizador – inúmeras atividades constantes a serem desenvolvidas nos espaços escolares.
VI – Dia da Pesquisa – realização de pesquisa científica  sobre o tema a ser abordado no arquivo específico da Sala de Leitura.

I - LEITURA COMPARTILHADA

Cabe esclarecer que os procedimentos que seguem foram resultado da observação e avaliação das sessões de leitura compartilhada, realizadas durante os anos de 2010 a 2012, portanto, merecem atenção especial de todos os profissionais comprometidos com o projeto pedagógico de nossa escola. Nosso  principal objetivo com esta dinâmica é estimular a aquisição de comportamentos leitores e para isso é fundamental a observação de todos os itens.
1)                  Ritual de Iniciação 
a-Caso a sessão de leitura compartilhada seja realizada dentro da sala de registro - Organizar as cadeiras e mesas de forma que seja possível a formação da uma roda no centro do espaço. Se o professor é a referência do aluno, faz toda a diferença ele estar manuseando seu livro no mesmo plano que as crianças. A segurança de olhar para o livro do professor e se “achar” na história, é fundamental.
b-                 Colocar um tecido (colcha, pedaço de tnt, tapetinhos individuais) no centro da sala para servir de referência para as crianças formarem a roda e sentirem-se acolhidas e pertencentes ao grupo de leitura. O tapete, que parecia um detalhe, foi essencial para conferir ao momento o “aconchego”, o conforto que uma boa leitura nos traz.. Percebemos que sentar-se em cima do mesmo tapete, envolveu todos os participantes e definiu a importância de cada um dentro do grupo.
c- escolher uma música que ficará sendo a marca de seu grupo para o início de uma contação ou leitura de história (nesta e em outras dinâmicas). Fica a critério do professor cantá-la com seus alunos ou utilizar a aparelhagem de som da sala (armário coletivo). Ao final da canção, os alunos devem sentar-se em círculo, em volta do tecido.
2)                  Combinados
a – estabelecer um código com as crianças para definir o exato momento de virar a página do livro ( som, gesto, etc). A curiosidade em folhear todas as páginas até a última ainda mereceria uma atenção especial. Uma de nossas professoras teve a brilhante ideia de, associar, inicialmente, um som ao momento de virar cada página do livro. Utilizou um chocalho feito de latinha e o sucesso foi absoluto. A leitura ganhou ritmo, concentração e harmonia.
b - folhear o livro com cuidado, sem amassar porque eles são de todas as crianças da escola. Nossa experiência indica que nas primeiras sessões com os 1º , 2º e 3º estágios, é produtivo que os livros fiquem em cima do tecido durante toda a leitura. Percebemos, através das filmagens, que os professores que deixavam os livros permanentemente nas mãos das crianças durante a leitura, não obtinham o mesmo resultado daqueles que combinaram deixá-los em cima do tapete. A concentração não é a mesma.
c- definir de que forma será feita a devolução do exemplares após a leitura.
3)                  Apresentação do Livro
a-                  Ler o título do livro, o nome do autor, da editora, do ilustrador e fazer comentários sobre eles. ( O que será que faz o autor de um livro? E o ilustrador? Vocês já leram algum livro deste autor, vocês conhecem este ilustrador?). Ler ou contar uma breve biografia de ambos.
b-                 Ler a sinopse;
c-                  Explorar a ilustração da capa e contracapa ( o que vocês estão vendo? O que será que esta história vai contar?). Não trabalhar todas as imagens do livro antecipadamente. Isto pode fazer com que as crianças percam o interesse durante a leitura, além de prolongar demasiadamente a duração da sessão, o que não é recomendável para a faixa etária envolvida.
d-                 Socializar o motivo pelo qual escolheu a história ou texto.
4)                  A Leitura –
Anunciar o início da leitura. A partir deste momento o professor deverá estar preparado para   enfrentar alguns comportamentos que merecem atenção especial:
a-                  Nesta dinâmica é permitido que as crianças façam interferências durante a história, mas cabe ao professor saber dosa-las. Alguns teóricos acreditam que as interrupções constantes podem comprometer o entendimento do contexto geral da história.( em outras dinâmicas as interferências não serão desejáveis)
b-                 Sempre que alguma criança perde a concentração necessária para a leitura, o professor não deve interromper a leitura para chamar-lhe a atenção, deve sim, chamar-lhe de volta a roda com perguntas pertinentes a história lida. (conte-nos o que você esta vendo nesta ilustração, se você fosse o personagem da história o que você faria?)
c-                  Caso a criança faça uma interferência que revele o seu não entendimento de alguma parte da história, é possível retornar à página e reler o texto que responda a sua interpretação/comentário. Aliás, o ir e vir no livro/história é aconselhável porque configura um comportamento leitor.
d-                 Antecipação do que esta por acontecer na história
5)                  Interferências/ Intercâmbio
Após a leitura, é aconselhável iniciar uma roda de conversa sobre o livro, compreendendo a história e as ilustrações, através de perguntas e desafios. Para conduzi-las, é necessária uma preparação antecipada do professor ( veja mais detalhes em outras dinâmicas)
-                     Houve alguma coisa que vocês gostaram nesse livro?
-                     O que lhe chamou a atenção?
-                     Houve alguma coisa de que você não gostou?
-                     Houve alguma parte que você achou cansativa?
-                     Houve alguma coisa que causou espanto? Houve algo que você achou maravilhoso?
-                     O que você diria ao seu amigo sobre este livro?
-                     Sobre quem é esta história?
-                     Em que lugar se passa a história?
-                     Há quanto tempo você acha que aconteceu esta história?
-                     Vamos olhar a ilustração que fulano fez do personagem tal. Você o imaginava assim?
-                     Se você fosse tal personagem o que faria na hora que....?
-                     Vamos imaginar um final diferente para a história?
É claro que, para pensar sobre as questões que interessam ao professor abordar, é necessária a leitura antecipada da história.


II - SESSÕES SIMULTÂNEAS DE LEITURA ( 1º E 2º TURNOS)
Nesta dinâmica a criança terá a oportunidade de escolher a história que deseja ouvir, segundo sua preferência literária e não, como de costume, pelo voto da maioria ou pela escolha do professor. A sessões acontecem simultaneamente promovendo o envolvimento de toda a equipe de professores, no mesmo dia e horário.
1)                  Escolha do Livro – Cada professor, em horário e dia determinado pela Coordenação Pedagógica, escolherá um livro para ser trabalho e lido para as crianças. Como temos 7 salas por turno, deverá ser observada e garantida a diversidade de gêneros literários ( caixas com a classificação) para que todos estejam representados em cada uma das sessões organizadas durante o ano.
2)                  Planejamento da Leitura
-          pesquisa sobre o autor, ilustrador que deverão ser mencionados antes do início da leitura;
-          pesquisa sobre curiosidades sobre o tema tratado no livro;
-          planejamento das intervenções possíveis antes e após a leitura. Perceba que nesta dinâmica, o professor deverá cuidar para que não haja interrupção da leitura feita por ele. As conversas deverão ocorrer antes e após a leitura;
-          compartilhar a leitura escolhida e as intervenções elaboradas com os colegas professores;
-          elaborar a resenha do livro que será colada no painel de inscrições

3) Painel de Inscrições – Cada Professor confecciona o seu painel ( em papel pardo) no qual as crianças farão suas inscrições, conforme modelo.



4) Dia das Inscrições – O professor socializa as resenhas dos livros expostos, sem identificar quem será o responsável pela leitura das histórias. As crianças escolhem a história que querem ouvir e colam a etiqueta com seu nome na ficha correspondente. Os professores das crianças que ainda não sabem escrever seu próprio nome, deverão fazê-lo pela criança indicando o estágio/sobrenome para que não haja confusão na hora da formação dos grupos de leitura.
5) Dia das Sessões Simultâneas – Cada professor deverá organizar seu grupo de alunos diante das fichas de inscrição escolhidas por eles.  Com todas as crianças reunidas e organizadas no anexo, o professor leitor  assume seu novo grupo e dirige-se ao local escolhido para a leitura. Para que ao final da leitura não haja problemas, o tempo de permanência na atividade de leitura e discussão será de 20 minutos para todas as sessões. Decorrido este tempo, todas as crianças deverão ser encaminhadas ao corredor do anexo e o professor  titular da classe assume seus alunos, levando-os para sala e iniciando o intercâmbio entre leitores.
6) Intercâmbio entre Leitores – Dependendo do tempo que resta, esta dinâmica poderá ser realizada no dia seguinte (não é o ideal). As crianças contam sobre a leitura que escutaram ( com a regra de não contar o final da história) e fazem indicações aos seus colegas, afinal serão abertas novas inscrições para as sessões simultâneas com os  mesmos livros.

III – TAPETE ENCANTADO
Nesta dinâmica o importante é que vários livros ou suportes de textos estejam disponíveis em cima de um tapete com um  único critério de seleção determinado pelo professor. Um dia pode-se apresentar um único autor, um único ilustrador, um único assunto, por exemplo: Dia da Poesia, Dia do Conto, Dia da Crônica, Dia da Ruth Rocha, ou ainda, eleger um assunto do interesse da turma e expor no tapete vários portadores que contenham informações sobre ele, por exemplo: jornais, livros, revistas, etc.
1) Escolha do critério da Semana – o professor define qual será o objetivo de sua dinâmica e faz a seleção dos livros/suportes ( por gênero, por autor, por ilustrador, sem texto, contos, por uma cultura, por assunto)
2) Faz a leitura de todos os livros escolhidos para que tenha condição de apresenta-los a seus alunos na hora do Tapete Encantado.
3) Na Sala de Leitura, organiza o ambiente, expondo os livros em cima do tapete.

4) Inicia a dinâmica explicando qual foi o critério escolhido, apresentando um a um. “Escolhi várias obras de um mesmo autor”, “Escolhi estes livros pois como estamos estudando a cultura árabe, achei que seria interessante lermos sobre seus costumes”.
5) Após a apresentação dos livros disponíveis, o grupo pode se organizar em duplas ou trios conforme o livro/suporte escolhido para explorar. Combinar um tempo para a leitura/exploração. Nesta dinâmica não é preciso formação da roda convencional utilizada em outras dinâmicas. As crianças podem escolher um canto as Sala de Leitura para analisar o livro/suporte.
6) Decorrido o tempo estipulado, iniciar a troca de descobertas entre todas as crianças.
7) Após a troca, o professor deve discutir os pontos comuns e divergentes entre os livros/suportes (ilustração, cores/luz/sombra, formatação dos textos, entre outros).
8) Ao final, as crianças escolhem um dos livros, através de votação, para que o professor faça a leitura convencional.

IV – O DONO DA HISTÓRIA
A criança deverá criar uma história tendo como base uma experiência de vida.
1)      O professor escreve a história contada pela criança, sendo fiel ao relato sem fazer qualquer tipo de  interferência.
2)      Abre-se uma roda de perguntas/dúvidas/discussões sobre a história, sendo o professor apenas um mediador da conversa. Quem responderá às perguntas será o DONO DA HISTÓRIA.
3)      O texto produzido deve ser colocado no varal da sala e feitas várias revisões até que o texto se torne compreensível para o leitor.


V – AMBIENTE ALFABETIZADOR (Todos os professores e turmas)
A construção de um ambiente alfabetizador requer a participação de todos os professores e a constância na sua elaboração/renovação. As atividades propostas podem ser realizadas e fixadas em todos os varais existentes na escola, desde a entrada da escola até o anexo, incluindo-se todos os espaços.
1)      Varal de Leitura – colocar nos varais todos os textos trabalhados com as crianças, observando a diversidade dos gêneros ( poesias, textos curtos, parlendas, trava-línguas, letras de músicas, textos produzidos pelas crianças, cardápios, linha do tempo da classe, recorte de revistas e jornais);
2)      Varal de Autores – pequenos cartazes contendo: a fotografia do autor, data de nascimento e falecimento, breve biografia
3)      Quadro de indicações literárias – após trabalhar com um livro, elaborar em meia folha de sulfite, a indicação de leitura para outros colegas. Nesta folha ou ficha deverá conter: o título da história, seu autor e os motivos da indicação (exemplo: gostamos do livro porque...............), estágio e professora.
4)      Murais – os corredores escolares devem ser uma vitrine do trabalho de cada professor|turma. A Coordenação Pedagógica indicará os locais em que os trabalhos devem ser expostos e a periodicidade de sua renovação.

VI – DIA DA PESQUISA
1)      Escolher o tema a ser pesquisado;
2)      Solicitação através da agenda para que os pais enviem material correlato ao tema
3)      Determinar um tempo para a pesquisa
4)      Abrir a roda para compartilhar as descobertas.
OBS: A Escola mantém livros para pesquisa e o professor poderá retirá-los junto à Coordenação Pedagógica , com o devido registro e data para a devolução.


               
PROJETO: CANAL VIRTUAL DE COMUNICAÇÃO
I – IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE
Nome: Portfólios Virtuais
Localização: Avenida Professor Celestino Bourroul, 358 – Bairro: Limão
Diretoria de Educação: Freguesia / Brasilândia
II – JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS
A equipe da EMEI Guia Lopes, após análise do conteúdo existente na internet sobre as Escolas Municipais de Educação Infantil, decidiu intervir de forma contundente na qualidade das informações que circulam por meio dos sites oficiais e de relacionamento existentes.
Se por um lado, as informações sobre os trabalhos desenvolvidos pelas escolas contidas nos sites oficiais são inexistentes, por outro, nos sites de relacionamento, as informações ficam reduzidas a comentários, muitas vezes poucos éticos, sobre os próprios funcionários públicos.
A primeira forma de combate à banalização do serviço público, foi a retirada de todo o conteúdo do Site de Relacionamento – Orkut – referente a nossa Escola.
A EMEI Guia Lopes criou, a partir de 2008 páginas no Orkut para divulgação do trabalho desenvolvido.
Considerando que os acessos obtidos nas referidas páginas reduziram de forma considerável no último ano, migramos  para o facebook e construímos um blog.
Portanto, considerando:
-          o contido no Documento – Orientações Curriculares – quando se propõe a “...criar um recurso de comunicação que informe as famílias das crianças matriculadas nas instituições de educação Infantil da rede municipal de ensino sobre as perspectivas de trabalho pedagógico que estão sendo discutidas nas unidades” e o desejo que o referido documento revela quanto ao “...fortalecimento de uma cultura profissional comprometida com a mediação da aprendizagem das crianças, por meio da formulação de metas comuns, da troca de experiências e de materiais, de intercâmbio de registros entre os professores que trabalham com as mesmas turmas em diferentes unidades”;
-          o objetivo primeiro do nosso Plano de Metas, qual seja: envolver toda a Comunidade Escolar na elaboração, reflexão, avaliação do nosso Projeto Pedagógico;
-          a necessidade de incrementar as formas de comunicação entre a escola e a comunidade, tornando-as mais ágeis e eficazes;
-          a observância da Missão da EMEI Guia Lopes, qual seja: oferecer serviços de qualidade à nossa Comunidade;
-           a possibilidade de registrar a avaliação dos pais e funcionários sobre as diversas ações desencadeadas pelas várias instâncias administrativas da Secretaria Municipal de Educação;
-          o desejo das equipes da escola em ver seu trabalho divulgado e consequentemente reconhecido pela qualidade, seriedade e compromisso com que é realizado,
-          o envolvimento de nossos alunos quando do acompanhamento do registro de suas atividades durante o período de aula ( informática Educativa)


PROJETO HORTA
I – DENOMINAÇÃO “A DIVERSIDADE NA NATUREZA” (ÁREA: CIÊNCIAS NATURAIS)
Espaço: Horta e áreas verdes
II – JUSTIFICATIVA: A EMEI GUIA LOPES tem como eixo de seu projeto pedagógico o trabalho com a diversidade.
Os projetos permanentes da escola, como HORTA, suscitaram observações curiosas por parte das crianças que mereceram nossa atenção e organização desse projeto.
A variedade de plantas, árvores, folhagens e bichinhos de jardim, juntamente com nossas incursões para cuidar da horta, garantiram interesses efetivos por parte das crianças na exploração do ambiente natural.
O desafio agora será lançar um novo olhar, criterioso e científico para a diversidade na natureza, possibilitando inúmeras descobertas.

III – PERÍODO DE REALIZAÇÃO: Durante o ano letivo de 2015, com periodicidade semanal.
IV – OBJETIVO GERAL: Propiciar a investigação da natureza, ampliando o tema da diversidade, dando margem à discussões, problematizações e interpretações dos resultados obtidos, bem como  desenvolver o respeito e cuidados à natureza e às relações humanas (como consequência da analogia dos parâmetros de respeito e cuidados nas relações).
V – OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
- oportunizar experiências de manejo de uma horta (preparo do solo, plantio, manutenção e colheita)
- incentivar a observação detalhada da natureza;
- oportunizar a percepção da convivência em grupo e suas implicações,
- compreender a organização da natureza e suas transformações;
- incentivar as crianças a perceberem a importância dos cuidados e da preservação ambiental;
- conhecer e identificar a diversidade presente na natureza e suas implicações (cadeia alimentar, predadores, etc...);
- estimular e dar continuidade à ousadia das ideias infantis ampliando seus conhecimentos;
- levantar hipóteses e confirma-las ou não;
- utilizar os espaços da natureza contidos na escola para viabilizar a observação, análise, criação de hipóteses, experimentos, sensações e descobertas;
- enriquecer com textos, livros, imagens e pesquisas a curiosidade infantil acerca dos temas.
VI – RESULTADOS ESPERADOS: Apropriar as crianças de atitudes de respeito e cuidados à diversidade na natureza e nas relações sociais, propiciando ambiente que as deixe à vontade para colocar seus pensamentos e opiniões de forma clara, com incentivo à adequação e pertinência aos temas tratados.
VII – DETALHAMENTO DE FASES E ETAPAS:
1-) SENSIBILIZAÇÃO:  No início do ano, as crianças são envolvidas em conhecer e cuidar dos espaços escolares para além da sala de convivência, principalmente a horta, exercendo o protagonismo infantil nos cuidados e preservação desses locais.
As primeiras atividades são chamadas de sondagem de repertório sobre alguns assuntos, entre elas:
- O que é uma horta¿
- O que é um espantalho¿ Para que serve¿
- Limpeza do terreno
- Adubação
- Plantio
- Manutenção (rega e retirada de ervas daninhas)
- Colheita
- Degustação

2-) AMPLIAÇÃO DE REPERTÓRIO: Após as observações e problematizações trazidas pelas crianças a partir de seus conhecimentos prévios e das incursões à horta, investimos na ampliação desses repertórios por meio de leituras de livros, textos e imagens para que as atividades atinjam seus objetivos, a saber:
- modo de organização e vida de alguns animais;
- diferenciação de seres vivos e não vivos;
- ampliação de vocabulário;
- atividades e materiais para alimentar os recursos de conhecimento das crianças a respeito dos temas que forem sendo trazidos em rodas de conversa;
- a relação do homem com a natureza e do homem na sociedade (paralelo com os cuidados também nas relações humanas);
- função dos seres vivos na natureza e sua contribuição;
- realização de experimentos simples para comprovação ou não de hipóteses;
- observação do ambiente natural com propósito a fazer questionamentos e estudá-los.
- Elementos da Natureza (perceber a relação da água com a saúde humana, estimular o uso racional da água);
- Evidenciar a importância do elemento terra para a manutenção da vida
- Ciclo da Água (- como a água chega na escola; água de reuso, qual o destino do esgoto gerado na escola, importância da água para o corpo humano, as doenças que podem surgir após enchentes)
- Ocupação Territorial
- Decomposição de resíduos orgânicos e não orgânicos
- Reciclagem de lixo
 - Decomposição de resíduos orgânicos e não-orgânicos.
 - Reciclagem de papel       
- Alimentos orgânicos e não-orgânicos
- - Alimentação como cultura de um povo – Consumismo/desperdício
- fontes de poluição 
- Utilização de queimadas para o desmatamento e alternativas sustentáveis.
3-) ENVOLVIMENTO DA FAMÍLIA:
- envio de materiais de pesquisa (livros, textos, imagens) solicitados através da agenda;
- participação em momentos onde seja solicitada a presença dos familiares para enriquecimento do tema.
- presença das famílias nos momentos de colheita e cozinha experimental
- pesquisas
- concurso “Master Chef” entre os pais dos diferentes grupos de crianças
4-) PRODUTO/ RESULTADO FINAL:
- criação de textos coletivos;
- produções artísticas variadas;
- registro do portfólio individual;
- manutenção do portfólio virtual do grupo (facebook).
5-) CRONOGRAMA DE ATIVIDADES:  Tendo em vista a flexibilidade do projeto e a amplitude do tema tratado, cada grupo irá delinear por meio de seus interesses, o aprofundamento nos temas a serem abordados, a fim de darem contorno às sequências didáticas (vertentes de trabalho).
Para garantir os resultados esperados, pensamos em algumas etapas:
1º passo: discussão sobre a importância do trabalho em equipe para o sucesso da atividade;
2º passo: construção da teia de conhecimento que norteará o percurso dos estudos;
3º passo: exposição dos trabalhos construídos.
VIII – AVALIAÇÃO:
O trabalho com projetos prevê a elaboração de alguns instrumentos que subsidiam a avaliação contínua do trabalho do professor e da evolução de nossas crianças.
- Avaliação das atividades propostas por meio do planejamento semanal;
- Acompanhamento, análise e intervenções na construção do portfólio individual do aluno;
- análise e acompanhamento do portfólio virtual do grupo/classe na web;
- produções coletivas expostas nos espaços da escola;
- elaboração e intervenções nos relatórios individuais dos alunos.

PROJETO MERCADO

DENOMINAÇÃO : Mercado da Família Abayomi

   I - JUSTIFICATIVA : A Lei 9.795/99 estabelece que a Educação Ambiental deve estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, respeitando em suas diretrizes nacionais aquelas a serem complementadas discricionariamente pelos estabelecimentos de ensino (artigo 26 da LDB) com uma parte diversificada exigida pelas características regionais e locais, conforme preceitua o princípio citado no 4º, inciso VII da Lei 9.795/99, que valoriza a abordagem articulada das questões ambientais locais, regionais e nacionais, e o artigo 8º, incisos IV e V que incentivam a busca de alternativas curriculares e metodológicas na capacitação da área ambiental e as iniciativas e experiências locais e regionais, incluindo a produção de material educativo.
II - OBJETIVO GERAL: Efetivar ações para transformar a EMEI Guia Lopes em uma escola mais sustentável
III - OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 - Estimular a conscientização de hábitos sustentáveis nas crianças, dentro e fora da escola
- Perceber as consequências da produção excessiva de lixo para o meio ambiente (industrias)
- Perceber a relação entre o processo de industrialização e a qualidade de vida;
- Despertar a consciência crítica sobre  influência da mídia  nas preferências das crianças
- Reconhecer, através das embalagens, as empresas que se preocupam com o meio ambiente (símbolos)
- Construir a ideia do que seja uma alimentação saudável e não saudável, comparando os alimentos da horta e do mercado.
- Conhecer a composição dos produtos alimentícios que compramos no mercado (gordura, açúcar, etc)
- Viver experiências que incluam a linguagem escrita e a resolução de situações problema
- Diferenciar os alimentos industrializados dos naturais
- Compreender as formas de organização utilizada pelos mercados ( produtos de limpeza, produtos de higiene pessoal, setor de bebidas, setor de congelados, setor refrigerado, etc..)
VI – RESULTADOS ESPERADOS: Apropriar as crianças de atitudes de respeito e cuidados à diversidade na natureza e nas relações sociais, propiciando ambiente que as deixe à vontade para colocar seus pensamentos e opiniões de forma clara, com incentivo à adequação e pertinência aos temas tratados.
VII – DETALHAMENTO DE FASES E ETAPAS:
1) SENSIBILIZAÇÃO - MOBILIZAÇÃO  
Fevereiro
- Construção do Mercado como sendo uma necessidade para a família de Azizi Abayomi
- Organização do espaço do mercado
- Recebimento das embalagens solicitadas para as famílias
- Confecção e pintura das cédulas que serão utilizadas
- Colocação de etiqueta de “preço”
- Organização das embalagens no mercado
- Passeio ao Carrefour
 2) ENVOLVIMENTO DA FAMÍLIA:
- solicitar material para a organização do mercado com a devida justificativa didática
- envio de materiais de pesquisa (livros, textos, imagens) solicitados através da agenda;
- lançar desafios culinários com alguns produtos do mercado escolhidos pelas crianças.
- pesquisas enviadas para elaboração de gráficos sobre os produtos industrializados mais consumidos na casa das crianças
3-) PRODUTO/ RESULTADO FINAL:
- criação de textos coletivos;
- produções artísticas variadas;
- registro do portfólio individual;
- manutenção do portfólio virtual do grupo (facebook).

VIII – AVALIAÇÃO:
O trabalho com projetos prevê a elaboração de alguns instrumentos que subsidiam a avaliação contínua do trabalho do professor e da evolução de nossas crianças.
- Avaliação das atividades propostas por meio do planejamento semanal;
- Acompanhamento, análise e intervenções na construção do portfólio individual do aluno;
- análise e acompanhamento do portfólio virtual do grupo/classe na web;
- produções coletivas expostas nos espaços da escola;

- elaboração e intervenções nos relatórios individuais dos alunos.

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