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domingo, 3 de fevereiro de 2013

Avaliação




PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO ALUNO
Objetivos:
-          Valorizar o trabalho dos professores e os avanços das crianças;
-          Conferir utilidade aos registros realizados como forma de auto-avaliação do trabalho realizado com as crianças;
-          Conferir unidade e qualidade ao trabalho docente;


Instrumentos:
1)    APOSTILA “PASSO A PASSO” – Cada aluno possui uma apostila que o acompanha durante o período de  permanência nesta escola e é composta pelos relatórios descritivos, a saber:
2)    Relatórios Descritivos individuais
    - 1º - RELATÓRIO INICIAL - específico sobre o período de adaptação (fevereiro) – o professor caracteriza o grupo de crianças  e de suas respectivas famílias;
                  - 2º - AUTOAVALIAÇÂO - elaborado no mês abril/junho
                  - 3º - RELATÓRIO DESCRITIVO FINAL -  elaborado no mês de novembro/dezembro
diante dos registros realizados durante todo o ano e da autoavaliação do 1º semestre.
Para compor elementos para a autoavaliação e avaliação descritiva é levada em consideração a seguinte documentação pedagógica: portfólio individual do aluno, trabalhos coletivos e individuais, registros processuais dos professores sobre os avanços e dificuldades de cada criança, portfólios virtuais do grupo, diário de Projeto, teia de conhecimentos, entre outros.
Os relatórios descritivos não deverão categorizar os estágios de desenvolvimento da criança no que se refere à escrita, à matemática e ao desenho. A classificação nesta ou naquela fase interessa única e exclusivamente ao professor.
As intervenções nas hipóteses de escrita e a escrita de números deverão ocorrer em atividades de rotina e a sua sistematização deverá ser registrada no portfólio individual da criança com a devida contextualização.
Existem alguns vícios na escrita dos relatórios descritivos que precisamos evitar. A relação de itens a serem observados foi elaborada após o PEA/2012 que priorizou a análise técnica de todos os relatórios produzidos pela equipe docente.
- os relatórios de avaliação não devem ser considerados como tendo um fim em si mesmo ou ainda como um registro do que a criança sabe ou não sabe fazer. Devem ser compreendidos como um instrumento em que o professor torna consciente o que ainda precisa ser feito para cada criança que compõe seu grupo de trabalho.
Outro fator fundamental é que a escrita deve ser cuidadosamente elaborada para que o leitor consiga compreender suas mensagens e encaminhamentos.
 Neste sentido a produção escrita do professor sobre seu aluno deve priorizar:
- os avanços conquistados, citando situações ou falas que os comprovem. Não basta descrever o avanço é preciso ilustrar o estágio anterior para comprovar que de fato houve desenvolvimento/evolução.
- as dificuldades citando situações e/ou falas da criança que exemplifiquem, ao leitor, o que se esta querendo dizer. Assim como nos avanços, é fundamental que o professor cite no relatório quais foram  suas intervenções para que a criança superasse suas dificuldades.
- encaminhamentos descrevendo o que será feito e sugestões para a família no sentido de cooperar com a escola na superação de dificuldades.
É comum, no meio docente, e pouco indicado infantilizar a fala e consequentemente a escrita para se fazer entender. O uso de diminutivos e superlativos não esclarece, necessariamente, a importância do que se quer comunicar. Do mesmo modo a utilização de adjetivos rotulam crianças que ainda estão em fase de desenvolvimento, sendo uma prática inaceitável, na medida em que nosso projeto combate todas as ações que classifiquem crianças e seu processo de aprendizagem ou comportamentos. Por outro lado, alguns especialistas utilizam-se de termos técnicos que nada querem dizer aos pais. Portanto, para evitarmos equívocos é necessário compartilharmos nossos registros e, desta forma,  construir instrumentos que nos possibilite rever práticas e concretizar os reais objetivos da avaliação na Educação Infantil.
A Gestão Escolar será responsável pela formação dos profissionais através da leitura e intervenções em toda a documentação pedagógica prevista no Projeto Político Pedagógico da Unidade.

Avaliação dos Funcionários da EMEI GUIA LOPES
Acreditando na importância do processo de acompanhamento do trabalho de todos os envolvidos no processo de desenvolvimento de nossas crianças e a dissonância entre as prioridades de cada unidade que compõem a rede municipal de ensino, seguem alguns aspectos que são considerados importantes pela gestão da EMEI GUIA LOPES tanto nas avaliações internas como nas institucionais. A transparência neste processo, parece-nos fundamental para a formação de todas as equipes.
Na Secretaria Municipal de Educação existem dois momentos de avaliação do trabalho docente e administrativo. O primeiro momento é composto pela AUTOAVALIAÇÂO DA UNIDADE que objetiva a elaboração de ações das Diretorias Regionais de Educação e Secretaria Municipal diante das dificuldades e encaminhamentos feitos pelas unidades educacionais. O documento seguinte é denominado de Avaliação de Desempenho que prevê: auto-avaliação dos servidores, avaliação dos servidores pelo gestor, avaliação do gestor pelos servidores, avaliação coletiva das condições de trabalho e avaliação da comunidade em relação aos serviços oferecidos pela escola.
A EMEI Guia Lopes enviou, em 2012, vários encaminhamentos que deixaram claro nosso descontentamento em relação às formas de avaliação vigentes, mas acreditamos ser importante que todos os funcionários tenham ciência sobre os aspectos que serão considerados, caso os modelos atuais não sejam alterados.
Na tentativa de nortear nosso trabalho, decidimos utilizar os instrumentos institucionais de forma mais produtiva. Desta forma a Autoavaliação da Unidade e a Avaliação de Desempenho serão feitas em dois momentos. O primeiro será em junho através de um encontro envolvendo os funcionários e a gestão escolar para discutir os resultados, o segundo momento observará o cronograma divulgado pela Secretaria Municipal de Educação.



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